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PF e MPRJ prendem 2 em operação contra a ‘Banca da Grande Rio’, que impõe monopólio de cigarros no Rio

Primos e irmão de presidente de honra da escola eram procurados. Segundo as investigações, o bando obriga pequenos e médios comerciantes em praticamente todo o estado a vender apenas maços de C-One. Q

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Por Lívia Torres, Márcia Brasil e Marco Antônio Martins

A Polícia Federal (PF), o Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado, do Ministério Público do Rio de Janeiro (Gaeco/MPRJ), e a Receita Federal iniciaram nesta quinta-feira (24) a Operação Fumus, contra uma quadrilha que impôs, com violência, um monopólio na venda de cigarros no RJ.

Até a última atualização desta reportagem, dois homens haviam sido presos: o PM Flavio Lucio de Oliveira Lemos, o Bololó, e Carlos Henrique de Araújo, o Henrique Máquina.

No total, são 40 mandados de prisão e 75 de busca e apreensão expedidos pela 1ª Vara Criminal Especializada do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.

A força-tarefa afirma que o grupo, que se intitulou Banca da Grande Rio, compra maços de C-One, da Companhia Sulamericana de Tabacos, e obriga pequenos e médios comerciantes em praticamente todo o estado a vender apenas essa marca.

Principais alvos da operação conjunta, os irmãos Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho, e Cláudio Nunes Coutinho são primos de Hélio Ribeiro de Oliveira, o Helinho, presidente de honra da escola de samba Acadêmicos do Grande Rio.

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Adilsinho e Cláudio não foram encontrados em casa, em prédios de luxo na Praia da Barra da Tijuca, e eram considerados foragidos.

Outro procurado era João Ribeiro de Oliveira, irmão de Helinho.

Segundo o MPRJ, o nome do bando “vem de vínculos de muitos dos denunciados com a GRES Grande Rio e com as pessoas que por lá passaram”.

Ao G1, a escola de samba Grande Rio disse que não comentaria o ocorrido. A reportagem também tentava contato com a Companhia Sulamericana de Tabacos.

 

Linha de produção e exploração

A força-tarefa descobriu que os cigarros são adquiridos por empresas formalmente constituídas ligadas a pessoas do bando.

De acordo com o Gaeco, a Banca da Grande Rio comprava fardos de cigarros da Sulamericana, em Duque de Caxias, que eram levados em caminhões para centros de distribuição em Campos, no Norte Fluminense, e no Rio.

Lá, os cigarros são repassados aos operadores, responsáveis pela entrega aos comerciantes finais.

O MPRJ afirma que a organização criminosa tem fiscais e seguranças a fim de ameaçar ou roubar comerciantes que vendem outros maços ou descumprem a tabela de preços.

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De acordo com as investigações, o rendimento mensal do grupo é estimado em R$ 1,5 milhão por mês.

 

Onde a quadrilha age

O bando atua em áreas dominadas por traficantes ou por milícias. Em alguns casos, se alia aos grupos para ameaçar comerciantes.

 

No Município do Rio:

  • Barra da Tijuca
  • Ilha do Governador
  • Madureira
  • Maré
  • Pavuna
  • Penha
  • Recreio

 

No estado:

  • Campos
  • Duque de Caxias
  • Macaé
  • Magé
  • Niterói
  • Nova Friburgo
  • Nova Iguaçu
  • Paty do Alfares
  • Rio Bonito
  • São Gonçalo

 

Os alvos responderão por organização criminosa, extorsão, roubo, corrupção, lavagem de dinheiro e crimes tributários.

´´G1/Globo“

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Suspeito de agredir esposa e arremessar ventilador contra a vítima é preso pela Polícia Militar

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Militares localizaram envolvidos na região do Contorno Leste; mulher apresentava lesões
Suspeito de agredir esposa e arremessar ventilador contra a vítima é preso pela Polícia Militar -
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Policiais militares do 3º Batalhão prenderam em flagrante, na noite deste domingo (22.3), um homem, de 51 anos, suspeito de violência doméstica, em Cuiabá. A vítima, de 30 anos, denunciou ter sido agredida com socos e sofreu lesões, após o marido arremessar um ventilador contra ela. 

Por volta das 21 horas, as equipes foram acionadas, via Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), após denúncia de violência doméstica, na região do Contorno Leste. 

Assim que os militares chegaram no local da ocorrência, a vítima relatou que foi agredida com socos e que o suspeito arremessou um ventilador contra o rosto dela, após uma discussão. A mulher apresentava lesões na região da cabeça e no olho direito.

Diante das informações e acompanhados pela vítima, os policiais militares identificaram o denunciado em um bar, na região. Ao ser abordado e questionado sobre a denúncia, o homem passou apresentar resistência e a agredir os policiais militares.

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Na ocasião, foi necessário o uso de um dispositivo de menor potencial ofensivo (dispositivo taser) para conter o indivíduo. Ele foi conduzido à delegacia para registro da ocorrência. 

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